IA transforma o corretor operacional em profissional estratégico: “saí de um zero de IA para fazer diversas atividades” 

A Inteligência Artificial (IA) ultrapassou a condição de tendência para se tornar uma ferramenta concreta de transformação dos negócios. No mercado de seguros, essa tecnologia pode contribuir para eliminar tarefas operacionais, reduzir gargalos e permitir que os corretores dediquem mais tempo ao relacionamento e à análise das necessidades dos clientes.  

Foi a partir dessa perspectiva que o professor da Escola de Negócios e Seguros (ENS) e especialista no assunto, Celso Brandão, conduziu a palestra “IA Depois do Hype – O futuro do Corretor de Seguros na Era dos Agentes Inteligentes”, durante a programação da Sala de Negócios TechVillage, no 24º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros. 

Em uma abordagem voltada à aplicação prática da tecnologia na corretagem, Brandão mostrou como os recursos de IA podem atuar sobre alguns dos gargalos históricos do setor, como processos manuais, excesso de burocracia e baixa padronização operacional. 

A proposta é que, ao transferir parte dessas atividades para ferramentas digitais, o corretor possa concentrar seus esforços naquilo que exige competências essencialmente humanas e estratégicas, como relacionamento, análise, tomada de decisão e personalização do atendimento. 

IA, uma aliada  

Realizada nos dias 28 e 29 de agosto, a apresentação do docente também destacou a importância da preparação profissional para que a tecnologia seja incorporada de maneira efetiva à rotina das corretoras. Nesse sentido, Brandão apresentou o curso “Inteligência Artificial para Corretores de Seguros”, da ENS, do qual é docente. 

A experiência de quem já passou pela formação ajudou a demonstrar, na prática, o potencial dessa transformação. Presente na plateia no dia 28, a corretora Maria das Graças, de Belo Horizonte, contou como o aprendizado adquirido no curso repercutiu diretamente em sua rotina profissional. 

“Pessoal, eu gostei demais do curso. Gostei tanto que indiquei para dez pessoas, e tenho certeza de que todo mundo fez. Me matriculei porque eu sou uma profissional 60 mais e era importante atualizar meus conhecimentos. Vejo que tomei a decisão certa. Eu saí de um zero de IA para conseguir fazer diversas atividades. Otimizei processos e estou até produzindo vídeos com IA e estou tendo muito retorno no Instagram. O Celso ajudou muito e eu fiquei extremamente satisfeita com o programa”, relatou a mineira.

Celso e a aluna Maria das Graças

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