A noite da última terça-feira, 3 de março, ficará na memória dos jornalistas que cobrem o mercado de seguros no Brasil. Durante a cerimônia de anúncio dos vencedores do VIII Prêmio de Jornalismo em Seguros, realizada no Tokio Marine Hall, em São Paulo (SP), os primeiros colocados de cada categoria receberam o reconhecimento do setor, além da premiação de R$ 20 mil.
Promovida pela Escola de Negócios e Seguros (ENS), pela Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) e pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), o Prêmio evidenciou a pluralidade de olhares e a alta qualidade técnica da imprensa nacional.



Confira abaixo o que disseram os seis vencedores da noite.
1º lugar Allianz – Seguro Rural
Vencedor com a matéria “Seguro no campo”, o jornalista João Carlos Labruna, da Revista Segurador Brasil, tem longa trajetória na cobertura do setor. Visivelmente emocionado ao subir no palco, ele destacou o Prêmio como um instrumento de divulgação do seguro no País.
“Estou muito honrado com essa premiação e parabenizo os organizadores do evento. Isso é um incentivo muito grande na difusão do seguro no Brasil. Muito obrigado!”.

1º lugar CAPEMISA – Previdência e Vida
A matéria “Entre o amanhã e o agora: aumento de plataformizados levanta debate sobre renda futura” deu à jornalista Patrícia Maria Alves, da Folha de Londrina, a primeira colocação. Ela celebrou a importância do reconhecimento ao jornalismo impresso.
“Eu tenho que agradecer muito a esse Prêmio, que traz para quem é do jornalismo impresso, principalmente, um fôlego renovado. Parabéns a todos nós!”.

1º lugar FenaCap – Capitalização
Persistência e paixão pela profissão marcaram a fala de Thais Ruco, vencedora com a matéria “A vez da capitalização”, publicada pelo Jornal dos Corretores de Seguros (JCS).
“Tenho uma trajetória de mais de 20 anos no mercado de seguros e queria muito ganhar o primeiro lugar, era um sonho. Muito obrigada a todos que apoiam o Prêmio, às fontes e a todos que trabalham conosco nesse esforço de levar o mercado de seguros para a sociedade”.

1º lugar Mapfre – Sustentabilidade & Seguros
A jornalista Carol Kossling, do jornal O Povo, primeira colocada com a matéria “Taxonomia Sustentável Brasileira redefine regras do jogo para investimentos e sustentabilidade”, fez um discurso forte sobre urgência climática.
“Falar de taxonomia ainda é muito novo, mas ela vem aí para deixar de ser um conceito abstrato e se tornar real, para parar com o greenwashing e mostrar que precisamos, sim, olhar para o meio ambiente e para a sustentabilidade. E isso também tem a ver com dinheiro, com o mercado financeiro e com seguros”.

1º lugar Seguros Unimed – Seguros Gerais
Vencedor da categoria com a matéria “Quando o Seguro sobe o morro: a inovação humana que floresce nas favelas brasileiras”, publicada pelo portal Seguro Gaúcho, Arthur Moraes obteve a maior nota geral da premiação, e foi eleito o ‘Tokio Marine – Jornalista do Ano em Seguros’.
“Esse prêmio valida o tema da minha matéria, que é falar sobre favela e seguro. A inovação talvez não venha da tecnologia ou de processos, ela vem do olhar que a gente tem sobre as coisas. Precisamos mudar a perspectiva do mercado de seguros e olhar a favela como potencial econômico e social, e não levar para lá apenas proteção, mas dignidade e respeito”.

1º lugar Saúde Suplementar
Carol Rodrigues, da Revista Cobertura, foi primeira colocada com a matéria “Plano de saúde ainda é incompreendido, embora seja reconhecido pela população”. Em seu discurso, a jornalista destacou a relevância do segmento e o papel do corretor como elo entre o setor e a sociedade.
“Ainda se fala pouco sobre saúde suplementar, até mesmo dentro do mercado de seguros. Desde a pandemia, decidimos abraçar a bandeira da importância que tem esse sistema, que muitas vezes é subjugado e incompreendido. Escrever sobre o setor de saúde não é fácil, e precisamos falar muito mais sobre o papel fundamental que o corretor de seguros exerce nesse ramo para dirimir qualquer tipo de ruído de comunicação”.


