O terceiro e último painel do Conexão Futuro Seguro 2026, que aconteceu no auditório da ENS em São Paulo (SP), contou com palestra do professor da ENS, Celso Brandão, sobre o tema “Os impactos da Inteligência Artificial na vida do Corretor de Seguros”.

Segundo Brandão, a automação está auxiliando o corretor a realizar tarefas que, até agora, ele não conseguia fazer sozinho. “A IA é a quarta revolução industrial, pois traz a evolução na produtividade e provoca impacto forte nos negócios”, frisou.
O docente apresentou dados de um estudo que comprovou que o corretor gasta de 80% a 85% do tempo com atividades burocráticas, processos administrativos, atendimento ao segurado e gestão de sinistros/pós-venda, e somente entre 15% e 25% do tempo com prospecção e captação de novos clientes.
“A IA pode se tornar a tecnologia que mais ajudará o corretor a mudar esse cenário, porque, se bem aplicada, ela não é uma ferramenta isolada, mas representa uma automação cognitiva de processos, que entende o contexto em que o cliente está envolvido, tem aprendizado contínuo dessas informações e auxilia na tomada de decisões”, finalizou o especialista.
A sexta edição CFS teve o apoio de entidades e empresas que estão empenhadas em conectar o mercado de seguros ao futuro. Além das já citadas CAPEMISA e Tokio Marine, a lista de patrocinadores Master Gold inclui Bradesco Seguros, Icatu, Zurich e CNseg. Já a categoria Master Top foi composta por Allianz, Allseg, HDI/Yelum, MAG, MDS, Mapfre, Porto e Sompo.
Com informações da Assessoria de Imprensa da Fenacor.

